Reposição Hormonal

tratamentos hormonios

A maioria dos indivíduos que procuram fazer modulação hormonal ou tratamento para a reposição hormonal, estão correndo atrás de mais qualidade de vida e longevidade. As promessas são realmente muito atraentes, desvirtuando em alguns casos, o real papel da otimização hormonal.

Na verdade, não utilizo o termo modulação hormonal, e sim, terapia de reposição hormonal, já que o primeiro, passa a impressão de que estamos lidando com substâncias inocentes, e que dispensam acompanhamento do médico nutrólogo, endocrinologista, ou mesmo de um clínico geral com boa formação.

O pico de produção hormonal, se dá na terceira década de vida, e a partir de então os níveis de hormônios começam a declinar, de forma gradual nos homens (testosterona e GH), e de maneira mais abrupta nas mulheres, com interrupção da síntese ovariana de estradiol, progesterona e também da testosterona, dando início a menopausa.

Entretanto, além dos hormônios sexuais, uma série de outros hormônios começam a cair com a idade, hormônios tireoideanos, hormônio do crescimento, hormônios adrenais…, sendo necessário um olhar atento do médico neste sentido.

Tratamento para reposição hormonal

Antes de indicar o tratamento através da reposição hormonal, a consulta junto ao endocrinologista precisa ser muito detalhada, ao ponto de identificar sinais e sintomas de desequilíbrios hormonais, através da história clínica e exame físico completo.

As queixas ligadas a falta de hormônios são as mais variadas possíveis. Destaco:

  1. Redução da força e perda muscular
  2. Diminuição da libido
  3. Ganho de peso
  4. Alterações do humor
  5. Depressão e má qualidade do sono
  6. Ressecamento vaginal
  7. Piora do rendimento físico.

Importância da avaliação laboratorial

A avaliação laboratorial é fundamental, as dosagens hormonais devem ser solicitadas de rotina. A interpretação dos vários exames pode trazer novas informações, confirmar outras, e permitir um acompanhamento muito mais seguro e maior eficiência do tratamento.

Paramos por aí?

Nada disso. Não é somente começar a repor hormônios. Como disse antes, a consulta precisa ser longa e investigativa. As deficiências hormonais podem ser reflexo da má qualidade do sono, da dieta, do excesso de peso, dos níveis de stress, da deficiência de vitaminas, da falta de exercício físico, entre outros.

Mas, quando a reposição hormonal for realmente indicada, os resultados com o tratamento são rápidos, seguros e trazem ganhos expressivos para a qualidade de vida.

Tipos de hormônios utilizados:

Hormônios bioidênticos

Apresentam estrutura molecular idêntica aos hormônios produzidos pelo nosso próprio corpo. Isso não quer dizer que são isentos de riscos, porém, o uso de hormônios bioidênticos traria maios segurança para o tratamento.

Ex. testosterona, estradiol, estriol, tiroxina, progesterona, pregnenolona, GH…

Hormônios sintéticos

São parecidos estruturalmente com os hormônios naturais, mas não idênticos.

Ex. estrógenos conjugados, medroxiprogesterona…

O acompanhamento do paciente deve ser frequente,  geralmente a cada 2 a 3 meses, no início de tratamento, e espaçando-se com o tempo.

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